![]()
Especial
O impasse: contrafação democrática - Benedicto Ferri de Barros
O que hoje vivemos é a conjuntura histórico-político-cultural de uma nação e um povo onde um fosso amplo e profundo separa e coloca em antagonismo a sociedade civil e seu Estado, os interesses e direitos de seus cidadãos-contribuintes-eleitores e seus eleitos, seus governantes, protegidos por privilégios e direitos que os colocam fora e acima das leis que eles próprios fazem e aplicamArrumar nosso caos legiferante
Com leis mais claras , os cidadãos terão melhores condições tanto de cobrar quanto de defender-se, em seu relacionamento, às vezes tão difícil e desigual com o Estado e seus Poderes
A falta que faz uma capital - Gilberto de Mello Kujawski
Projeto de País
21- o século do Brasil ? - Alberto Oliva
Enquanto não for feita a opção por regras claras e estáveis, o jogo social estará sujeito à arbitragem casuística. Este século pode representar a transformação do País numa grande potência. Para isso, é imperioso ter consciência de que nossas maiores dificuldades se situam no plano da formação da identidade coletiva
Retratos do Brasil
A cultura da mentira - Emílio Carlos Dantas CostaOs usos da fatalidade - Luís Fernando Veríssimo
Instituições fracas
É interessante notar que se, por um lado, as instituições são débeis a ponto de se deixarem manobrar por interesses pessoais, por outro, o indivíduo delas não recebe a proteção básica a seus direitos fundamentais. O que torna nossa sociedade perversa é o fato de a vulnerabilidade institucional ser benéfica aos poderosos e madrasta para o cidadão comum. Das práticas mais comezinhas do cotidiano às decisões dos mais altos escalões administrativos é patente que as instituições não conseguem impor funcionalidades impessoais. Não servem à coletividade porque funcionam mal e porque se ajustam aos projetos de seus dirigentes circunstanciais (Alberto Oliva)
Violência
O Brasil era o País da viola enluarada. Atualmente é a terra da violência declarada... (Jean Claudio Feder)O problema é que o crime está na esquina e a justiça mora longe (Millor Fernandes)
O colapso da segurança desfruta do requinte jurídico da "descriminalização" do homicida profissional de 17 anos. A quem se concede o direito de matar impunemente e de votar para presidente. A impunibilidade (é proibido punir) é o estágio superior da impunidade. Joelmir Beting O Estado de S.Paulo - 26.12.2001
O Novo Rosto do Crime
Jovens de classe média e média alta têm freqüentado o noticiário policial. Crimes, vandalismo, consumo e tráfico de drogas deixaram de ser marca registrada das favelas e da periferia das grandes cidades. O novo mapa do crime transita nos bares badalados, vive nos condomínios
Cinco tentativas de livrar a sociedade da violência - Antonio Luiz Peçanha
Criminalidade e comportamento social
A criminalidade epidêmica é o assunto da moda. Estará ela sendo tratada corretamente? Não está